Uma vida, Amy Winehouse.
93 vidas, atentado na Noruega.
Todas elas tinham importância. Não podemos falar da morte no sentido quantitativo.
O sentido da vida está em respeito ao Outro.
A sociedade contemporânea aprendeu a quantificar a vida. Portanto, quantifica a morte.
O Holocausto foi importante pelo significado, não pela quantidade de pessoas.
O Séc. XXI continua matemático quando se fala da vida. Ou seria da Morte?
Não importa QUEM morreu. Mas quantos morreram.
Nos comovemos com o quantitativo sem olharmos que uma criança ao perder a vida nem nomeada é pela nossa querida mÃdia.
A chamada grande imprensa tem de aprender a tratar a perda da vida pela perda de um significado, não de um número.
Esta lógica matemática está sendo levada para a saúde, educação, segurança.
Se fala em números, não em causas e nomes. Quanto mais soluções.
Ou deixamos a matemática em seu devido lugar ou devemos assumir, de uma vez por todas, que o sentido da vida reside em um número, o seu.
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Excelente reflexão, parabéns pelo espaço de debate Junior! Abs.